Gostou do Vectra? então veja o Nissan Tiida

A Nissan acaba de apresentar o novo Tiida, o hatch médio que é o terceiro veículo lançado pela marca dentro do programa SHIFT Mercosul, iniciado em setembro do ano passado. Trata-se de um produto global, vendido nos cinco continentes, que chega ao Brasil importado do México, mais especificamente da fábrica de Cuernavaca, e que pretende esquentar seu segmento, atualmente “esquecido” dentro do mercado nacional.
Como a própria Nissan faz questão de sugerir, o Tiida tem como principais chamarizes seu espaço interno e conforto, além do fato de ser o único hatch de origem japonesa. De fato, o carro tem alguns apelos diferenciais da maioria dos hatch médios oferecidos atualmente no Brasil, e uma dessas peculiaridades, sem dúvida, é a distribuição do espaço do habitáculo, onde quatro ocupantes podem se acomodar perfeitamente em bancos bem largos que remetem a sensação de conforto - seu único inconveniente é a falta de um ajuste lombar, principalmente para o motorista.
Com 4,295 m de comprimento, 1,545 m altura, 1,695 m de largura e entreeixo de 2,60 m, o Tiida, se comparado com concorrentes como Golf, Stilo, Astra hatch, Focus e 307, é maior em comprimento e altura, facilitando o entendimento do porquê a sensação de espaço e conforto do carro.
Por fora, o veículo não aparenta ser tão espaçoso, ao contrário, comparado a alguns de seus concorrentes ele parece ser menor. Seu design, que busca fluidez de linhas, leva elementos visuais que lhe remetem a outros veículos da marca, como por exemplo, o capô protuberante, nitidamente herdado do Murano, ou as lanternas traseiras em forma de elipse, inspiradas no esportivo 350Z.
O motor em alumínio, da mesma família que equipa o Sentra, trata-se de um 1.8 l 16V, de 124 cv de potência e 17,5 kgfm de torque que, dotado do sistema CVVTCS, com variações de abertura de válvulas, e acelerador eletrônico, consegue oferecer cerca de 90% de seu torque já a 2400 rpm.
Este propulsor, segundo o fabricante, faz com que o carro acelere de 0 a 100 km/h em 10s6, alcançando a velocidade máxima de 192 km/h. Bons números que felizmente parecem não comprometer muito o consumo, já que o carro chega a fazer 11,6 km/l na cidade e 16,8 km/l na estrada, isso com o câmbio manual, já com a versão automática, o carro é pouca coisa menos econômica: 11,2 km/l no perímetro urbano e 16,5 km/l em rodovias.
O Tiida oferece duas opções de câmbio, uma manual de 6 marchas e outra de 4 velocidades automática. Durante o test-drive realizado pela marca, pudemos avaliar as duas versões. O câmbio manual de 6 marchas é um pouco duro com encaixes bem justos e apertados, porém, com escalonado bem dividido, que somado ao motor 1.8 l, remete ao motorista várias trocas de marcha, deixando a tocada do Tiida um pouco mais esportiva.
A 5ª marcha é bem elástica e tem força para lançar o carro em velocidades mais altas, mas o uso da 6ª relação deixa o regime de rotação mais brando e conseqüentemente a condução do carro fica mais agradável. No carro equipado com câmbio automático nada de novidade ou surpreendente, uma transmissão simples de fácil manejo, com possibilidade de se desligar o overdrive, mas sem muitos artifícios tecnológicos, prática para quem não quer trabalho.
A suspensão é mole, priorizando o conforto e, conseqüentemente, merece cuidado por parte do motorista principalmente em pisos molhados. Pelo menos, foi essa a sensação transmitida no carro avaliado com câmbio mecânico, cujo qual, foi mais bem explorado em situações mais agressivas. Apesar de não sair do “trilho”, a carroceria tende a torcer e passar uma impressão não muito positiva. Já o carro avaliado com transmissão automática, em função da chuva, não foi exigido ao extremo e apresentou um comportamento normal.
Voltando ao assunto conforto, um dos pontos fortes que também está ligado ao tema, é o ruído interno. Na estrada mal se escuta o barulho do motor, apenas alguns ruídos do vento são nitidamente ouvidos.
Com uma gama bem completa de itens de série que incluem componentes como direção com assistência elétrica, acelerador eletrônico, vidros, travas e retrovisores elétricos, volante com regulagem de altura, airbags, CD player e rodas de liga leve de 15”, o Tiida é bem completo para a categoria. As diferenças entre a versão S e SL ficam por conta de itens como ABS, EBD e BAS, além de bancos traseiros reclináveis, rebatíveis e deslizantes, couro na tapeçaria, teto solar elétrico, ar-condicionado digital e faróis de neblina, que são oferecidos como itens de série só na versão SL, top de linha.
O Tiida chega às lojas dia 27 de julho e a previsão de vendas que a marca faz é de 1300 unidades nos próximos 5 meses, ou seja, cerca de 260 unidades por mês. O carro, que oferece 2 anos de garantia, tem preço inicial de R$ 53 290 para a versão 1.8 S, a mais básica. Já a versão 1.8 S automática sairá por R$ 57 290, enquanto a 1.8 SL manual custará R$ 63 590 e a 1.8 SL automático ficará por R$ 67 590.
Como a própria Nissan faz questão de sugerir, o Tiida tem como principais chamarizes seu espaço interno e conforto, além do fato de ser o único hatch de origem japonesa. De fato, o carro tem alguns apelos diferenciais da maioria dos hatch médios oferecidos atualmente no Brasil, e uma dessas peculiaridades, sem dúvida, é a distribuição do espaço do habitáculo, onde quatro ocupantes podem se acomodar perfeitamente em bancos bem largos que remetem a sensação de conforto - seu único inconveniente é a falta de um ajuste lombar, principalmente para o motorista.
Com 4,295 m de comprimento, 1,545 m altura, 1,695 m de largura e entreeixo de 2,60 m, o Tiida, se comparado com concorrentes como Golf, Stilo, Astra hatch, Focus e 307, é maior em comprimento e altura, facilitando o entendimento do porquê a sensação de espaço e conforto do carro.
Por fora, o veículo não aparenta ser tão espaçoso, ao contrário, comparado a alguns de seus concorrentes ele parece ser menor. Seu design, que busca fluidez de linhas, leva elementos visuais que lhe remetem a outros veículos da marca, como por exemplo, o capô protuberante, nitidamente herdado do Murano, ou as lanternas traseiras em forma de elipse, inspiradas no esportivo 350Z.
O motor em alumínio, da mesma família que equipa o Sentra, trata-se de um 1.8 l 16V, de 124 cv de potência e 17,5 kgfm de torque que, dotado do sistema CVVTCS, com variações de abertura de válvulas, e acelerador eletrônico, consegue oferecer cerca de 90% de seu torque já a 2400 rpm.
Este propulsor, segundo o fabricante, faz com que o carro acelere de 0 a 100 km/h em 10s6, alcançando a velocidade máxima de 192 km/h. Bons números que felizmente parecem não comprometer muito o consumo, já que o carro chega a fazer 11,6 km/l na cidade e 16,8 km/l na estrada, isso com o câmbio manual, já com a versão automática, o carro é pouca coisa menos econômica: 11,2 km/l no perímetro urbano e 16,5 km/l em rodovias.
O Tiida oferece duas opções de câmbio, uma manual de 6 marchas e outra de 4 velocidades automática. Durante o test-drive realizado pela marca, pudemos avaliar as duas versões. O câmbio manual de 6 marchas é um pouco duro com encaixes bem justos e apertados, porém, com escalonado bem dividido, que somado ao motor 1.8 l, remete ao motorista várias trocas de marcha, deixando a tocada do Tiida um pouco mais esportiva.
A 5ª marcha é bem elástica e tem força para lançar o carro em velocidades mais altas, mas o uso da 6ª relação deixa o regime de rotação mais brando e conseqüentemente a condução do carro fica mais agradável. No carro equipado com câmbio automático nada de novidade ou surpreendente, uma transmissão simples de fácil manejo, com possibilidade de se desligar o overdrive, mas sem muitos artifícios tecnológicos, prática para quem não quer trabalho.
A suspensão é mole, priorizando o conforto e, conseqüentemente, merece cuidado por parte do motorista principalmente em pisos molhados. Pelo menos, foi essa a sensação transmitida no carro avaliado com câmbio mecânico, cujo qual, foi mais bem explorado em situações mais agressivas. Apesar de não sair do “trilho”, a carroceria tende a torcer e passar uma impressão não muito positiva. Já o carro avaliado com transmissão automática, em função da chuva, não foi exigido ao extremo e apresentou um comportamento normal.
Voltando ao assunto conforto, um dos pontos fortes que também está ligado ao tema, é o ruído interno. Na estrada mal se escuta o barulho do motor, apenas alguns ruídos do vento são nitidamente ouvidos.
Com uma gama bem completa de itens de série que incluem componentes como direção com assistência elétrica, acelerador eletrônico, vidros, travas e retrovisores elétricos, volante com regulagem de altura, airbags, CD player e rodas de liga leve de 15”, o Tiida é bem completo para a categoria. As diferenças entre a versão S e SL ficam por conta de itens como ABS, EBD e BAS, além de bancos traseiros reclináveis, rebatíveis e deslizantes, couro na tapeçaria, teto solar elétrico, ar-condicionado digital e faróis de neblina, que são oferecidos como itens de série só na versão SL, top de linha.
O Tiida chega às lojas dia 27 de julho e a previsão de vendas que a marca faz é de 1300 unidades nos próximos 5 meses, ou seja, cerca de 260 unidades por mês. O carro, que oferece 2 anos de garantia, tem preço inicial de R$ 53 290 para a versão 1.8 S, a mais básica. Já a versão 1.8 S automática sairá por R$ 57 290, enquanto a 1.8 SL manual custará R$ 63 590 e a 1.8 SL automático ficará por R$ 67 590.
Versao - 1.8 l SL
Motor - 4 cil. em linha
Motor - 4 cil. em linha
Cilindrada - 1 798 cm³
Potência - 124 cv a 5 500 rpm
Torque - 17,5 kgfm a 4 800 rpm
Transmissão manual de 6 marchas ou automática de 4 velocidades
0 a 100 km/h 10s6
Velocidade máxima - 192 km/h
Comprimento - 4,295 m
Largura - 1,695 m
Altura - 1,545 m
Distânca entreeixos - 2,600 m
Rodas - Pneus 15" - 185/65







Marcadores: Notícias
v>
Nenhum comentário:
Postar um comentário